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Doenças Neurológicas

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03
Jun09

Hemiparesia

doencasneurologicas

 

 

Hemiparesia é a paralisia parcial de um lado do corpo. Geralmente é causado por lesões da área corticospinal que corre abaixo dos neurónios corticais do lobo frontal para os neurónios motores da coluna vertebral e é responsável pelos movimentos dos músculos do corpo e seus membros.

   Na hemiparésia espástica são observadas alterações do movimento num hemicorpo, como por exemplo, perna e braço direitos, sendo, na maioria dos casos, o membro superior o mais afectado. As causas mais frequentes deste quadro motor são alguns tipos de malformação cerebral, acidentes vasculares ocorridos ainda na vida intra-uterina e traumatismos crânio-encefálicos. As crianças com este tipo de envolvimento apresentam bom prognóstico motor e adquirem marcha independente. Algumas apresentam um distúrbio sensorial que impede ou dificulta o reconhecimento de formas e texturas com a mão do lado da hemiparésia. Estas crianças têm muito mais dificuldade para usar a mão.

   As crianças com espasticidade tendem a desenvolver deformidades articulares porque o músculo espástico não tem crescimento normal. Flexão e rotação interna da anca, flexão dos joelhos e pé equino são as deformidades mais usuais nas crianças que adquirem marcha.

   Este quadro é acompanhado de uma exacerbação dos reflexos, e da presença do Sinal de Babinski. As crianças apresentam uma postura de semi-flexão do membro superior, permanecendo o membro inferior em extensão, adução e com pé-equino. Aquando o diagnóstico desta situação clínica, é usual encontrar problemas associados, como a epilepsia e o atraso mental.

 

2 comentários

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    Rodrigo Marcelino 14.09.2020

    Olá Graciele!
    E também sofri um AVC que acabou por me deixar hemiparésico, com sequelas motoras do lado esquerdo do corpo.
    Assim como vc tive convulsões no início da recuperação, e tomava igualmente a fenitoína(que foi trocada pelo fenobarbital que tem menos efeitos colaterais), desde que ajustaram minha medicação fará 17 anos que não sofro convulsões. Estou escrevendo-lhe, porque talves você devesse conversar com seu médico sobre os efeitos de seu medicamento e a possibilidade de trocá-lo.
    Rodrigo Marcelino
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